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SUPERANDO O RACISMO NA ESCOLA
Autor: SECAD, Kabengele Munanga (organizador)
Editora: SECAD.
Edição: 2ª Edição Revisada.

A escola se constitui em um instrumento reprodutor de preconceitos e práticas racistas nem sempre explícitas, que se caracterizam, principalmente pelo silenciamento não trato das questões étnico – culturais, tendo como suporte o livro didático indicado às séries de alunos que se encontram na idade de formação de valores e por isso conteúdos assimilados deverão moldar as suas personalidades construindo suas identidades e reforçando padrões de comportamento. É indispensável que os currículos e os livros escolares estejam isentos de qualquer conteúdo racista ou de intolerância. Mais do que isso. É imprescindível que reflitam, em sua plenitude, as contribuições dos diversos grupos étnicos para a formação da nação e da cultura brasileira.

DOWNLOAD do livro: http://futraco.wikispaces.com/file/view/sup_rac_escola.pdf

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LEI 10.639/03 E O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA

A Lei 10.639/03, que versa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, ressalta a importância da cultura negra na formação da sociedade brasileira.
O ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no Brasil sempre foi lembrado nas aulas de História com o tema da escravidão negra africana. No presente texto pretendemos esboçar uma reflexão acerca da Lei 10.639/03, alterada pela Lei 11.645/08, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio.

DOWNLOAD do livro:
http://www.afrosan.org.br/wp-content/uploads/2017/02/lei_10639.pdf

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DO SILÊNCIO DO LAR AO SILÊNCIO ESCOLAR

Fazendo uso de um portentoso aforismo do mestre Paulo Freire logo na abertura de sua Introdução, a autora deste livro fino, mas substancioso, aqui nos interpela sobre fatos verossímeis que atingem uma parcela importantíssima da população, que às vezes imaginamos imunes às manifestações de racismo: as crianças. Mais especificamente: as crianças em idade pré-escolar. Quero dizer, a criança em sua sedenta absorção do experimento e do saber.

Partindo da historiografia do negro na sociedade brasileira, com o subtítulo “Racismo, preconceito e discriminação na educação infantil”, o livro nos dá o mote para que entendamos os conceitos vistos, ouvidos e vividos pela autora, quando atuava em sua trincheira de observação. Tudo isso para que todos entendam como o negro está amalgamado nas entranhas da formação do país Brasil. E como a questão ainda melindra qualquer tipo de discussão. E mais, o quanto está coberta pela nuvem dos estereótipos.

* (“Do Silêncio do Lar ao Silêncio Escolar”, de Eliane Cavalleiro – Editora Contexto, SP) (publicado originalmente no sítio www.leialivro.com.br)

Escobar Franelas
Enviado por Escobar Franelas em 15/10/2008
Reeditado em 23/09/2010
Código do texto: T1229657

DOWNLOAD do livro:
http://afrosan.org.br/wp-content/uploads/2016/12/A-arte-da-Capoeira.pdf

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ARTE DA CAPOEIRA

Herança africana legada à cultura brasileira, o jogo da Capoeira significa valioso contributo à formação da nossa identidade cultural. Neste livro, Camille Adorno estabelece os caracteres delineadores da Capoeira, propiciando uma oportunidade de iniciação à arte. Na leitura desse tema ampliam-se as possibilidade de compreensão da nossa história, onde se insere a Capoeira e que preservou a lembrança das lutas sociais que forjaram a cidadania brasileira.
Esta obra é um passo importante para se promover o resgate das tradições da Capoeira divulgando essa bela expressão nacional.

DOWNLOAD do livro:
http://afrosan.org.br/wp-content/uploads/2016/12/A-arte-da-Capoeira.pdf

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HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A publicação objetiva contribuir com os sistemas de ensino para a inserção de conteúdos que relacionem a história e a cultura da África e dos afro-brasileiros no currículo da educação básica, para reforçar o compromisso com o fortalecimento dos laços existentes entre o Brasil e a África.

Sabemos que há muito a se aprender sobre o continente africano e os processos de recriação de suas culturas, presentes em todos os lugares do mundo para os quais as diferentes etnias africanas foram dispersas, seja por processos comerciais, seja pela imigração espontânea, seja pelo movimento violento do tráfico negreiro.

DOWNLOAD do livro:
http://afrosan.org.br/livros/historia_cultura_africana.pdf

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NJINGA A MBANDE – RAINHA DO NDONGO E DO MATAMBA

UNESCO

“Njinga a Mbande (1581 – 1663), rainha do Ndongo e do Matamba, marcou a história de Angola do século XVII. Os projectos mercantis europeus, em particular de desenvolvimento do tráfico de escravos na costa da África austral, alteram a paisagem política, social e cultural do reino do Ndongo e de toda a região. Foi neste contexto que Njinga a Mbande cresceu e se impõe como um notável exemplo de governo feminino.

Em 1617, Ngola Mbande Kiluanji, rei do Ndongo, morre. O seu filho, Ngola Mbande, torna-se o novo rei. Porém, não tem o carisma do seu pai, nem a inteligência da sua irmã Njinga a Mbande. Em 1622, influenciado pelos portugueses, envia Njinga a Mbande como embaixadora a Luanda para negociar a paz com Dom João Correia De Sousa, vice-rei de Portugal. Njinga revela-se então como uma negociadora e uma diplomata fora do comum.

Em 1624, Ngola Mbande morre. Njinga toma posse e torna-se rainha. Impõe-se desde logo como umasoberana de excepção. A sua táctica de guerra e de espionagem, as suas qualidades como diplomata, a sua capacidade para tecer múltipla e estratégicas alianças, e por fim o seu conhecimento das implicações comerciais e religiosas, permitir-lhe-ão opor resistência tenaz aos projectos coloniais portugueses até à sua morte em 1663.”

DOWNLOAD do livro:
http://afrosan.org.br/livros/njinga.pdf